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How Private Equity Turns Your Favorite Channels Into Slop @internet

https://youtube.com/watch?v=ZoibAbdQf58

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Boa noite, pessoal!

Subi uma instância do Searxng (metabuscador para pesquisas), uma do Redlib (Frontend e proxy do reddit) e uma do Kittygram (Frontend e proxy do instagram) para quem quiser usar, coloquei umas defesas de bot e tudo mais, pra não ficar ruim.

Edit: como o IP é brasileiro, acho que fica melhor pro povo, os resultados já parecem ser um pouco diferentes das instâncias gringas.

Qualquer coisa só falarem!

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Ali são 34 msg de confirmação, até eu terminar de escrever já ta 60.... galera de TI do nosso governo é foda :/

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Podcast longo, quase 2 horas, de Atila Lamarino com João Magalhães, falando sobre o "colonialismo dos dados", como as big techs estão dominando o mundo. A intro é bem longa, pra contextualizar bem o podcast pra quem tá mais por fora das notícias de tecnologia.

Uma das frases soltas que achei muito interessante, "No ano de nosso senhor 2025, eu preciso estudar a Companhia das Índias Orientais pra entender como as big techs hoje estão funcionando"

Outra coisa interessante que conversam é como Whatsapp virou, efetivamente, parte da infraestrutura de comunicação do Brasil, e por isso é praticamente impossível conseguir colocar qualquer alternativa no lugar.

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pudim.com.br (www.pudim.com.br)
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Enquete do Duckduckgo (voteyesornoai.com)
submitted 3 months ago by Alec9S@lemmy.eco.br to c/internet@lemmy.eco.br

Duckduckgo está nos perguntando se queremos ou não IA.

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Opa pessoal, como a internet está cada vez mais merdificada, queria compartilhar como eu acho coisas na internet utilizando duas coisas, a lei dos grandes números e o Searx.

Primeiramente explicando o que é o SearXNG. Basicamente é um motor de meta-pesquisa, onde você pesquisa por ele para ele pesquisar em outros motores de pesquisa. Ele pode ser self-hosted ou dá para usar algumas instâncias públicas, como o searx.be e o paulgo.io.

Com isso, dá para usar diversos motores por trás, como o bing, o google, o yahoo, ou (hehehe) dá para utilizar diversos ao mesmo tempo. O bing e o yahoo estão devolvendo muito lixo, pelo que vi, então existem outras opções.

E onde entra a lei dos grandes números? Basicamente, se você tiver um grande número amostral, mais próximo você vai, pelo uso da média, encontrar do resultado esperado. Então, com mais motores de pesquisa (mesmo que alguns utilizem o mesmo motor de pesquisa por trás, existe algum tratamento diferente dos dados), maior é a chance de encontrar o resultado esperado.

Assim, eu uso da seguinte forma:

  • Coloco para todas as linguagens
  • Coloco uma grande quantidade de motores:
    • brave
    • duckduckgo
    • google
    • mojeek
    • presearch
    • qwant
    • startpage

E configuro no librewolf com as extensões na loja e no android utilizo as strings de conexão:

  • Para pesquisar: https:///search?q=%s
  • Para o autocomplete: https:///autocompleter?q=%s

Aí quando pesquiso algo em português, normalmente acho na hora, mas qualquer coisa posso mudar ali no dropdown para só em português, em outras linguas também é tranquilo.

Então é isso, espero que tenham gostado do ted talk que ninguém pediu kkkkkk.

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submitted 3 months ago by N17@lemmy.eco.br to c/internet@lemmy.eco.br

pessoal criei a conta hoje e estou começando agora no fediverso alguma dica de app pra o celular ou pra outra coisa na plataforma

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submitted 3 months ago* (last edited 3 months ago) by potatoguy@lemmy.eco.br to c/internet@lemmy.eco.br

Falha explorada desde novembro permite que invasores alterem configurações de DNS e redirecionem tráfego de todos os dispositivos conectados à rede

Pesquisadores de cibersegurança descobriram uma vulnerabilidade crítica em roteadores DSL da D-Link que já foram descontinuados. Classificada como CVE-2026-0625 e considerada de gravidade 9,3, a falha permite que cibercriminosos executem comandos maliciosos de forma remota, sem precisar de qualquer autenticação ou senha.

Segundo dados da Shadowserver Foundation, ataques explorando essa vulnerabilidade começaram a ser detectados em 27 de novembro de 2025. A empresa de segurança VulnCheck reportou a situação para a D-Link em 16 de dezembro de 2025, e desde então a fabricante está investigando o uso histórico e atual da biblioteca CGI em todos os seus produtos.

Sempre bom proteger os celulares, computadores e navegadores com o DNS-over-TLS e o DNS-over-HTTPS, os do adguard são de graça e bloqueiam anúncios, no linux é bem fácil de configurar pelo systemd-resolved, firefox, android, etc, idem, só no windows que é difícil kkkkk.

Edit: esse é um só, mas existem diversos outros servidores de DNS com as mesmas funções.

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submitted 3 months ago* (last edited 3 months ago) by kariboka@mastodon.social to c/internet@lemmy.eco.br

A única coisa que sinto falta do Facebook é uma página de um cara que fazia uns desenhos toscos dos Simpsons com uns plots totalmente absurdos

@internet

Achei: https://en.wikipedia.org/wiki/Chris/_(Simpsons/_artist)

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Já passei por esse problema aqui em casa e a solução que encontrei foi desabilitar o servidor dhcp do roteador e instalar um servidor dhcp num pequeno servidor que tenho ligado na rede, apontando então o dns pro servidor local, que roda no mesmo aparelho.

Ok, funciona relativamente bem, mas não é nada prático pra maioria das pessoas e ainda requer ter um equipamento adicional ligado. Frequentemente alguém me pede ajuda com isso e não sei mais como orientar. Antes eu colocava o dns do adguard no roteador do povo e era só alegria, mas desde que a maioria dos provedores por aqui passaram a não permitir mais isso, complicou.

Como vocês fazem por aí? Ainda há algum método simples pra isso?

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One more internet meme (thelemmy.club)

A des-revolução dos serviços centralizados

TRADUÇÃO A Internet hoje (sustentada por serviços como Azure, AWS, Cloudfare, etc)

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submitted 5 months ago by ademir@lemmy.eco.br to c/internet@lemmy.eco.br

Agora Steve Huffman é um Bilionário! Graças a cada um de vocês!!

Parabéns!! 🎉🎉

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Pedidos de recomendações de podcasts sobre cultura digital

Costumava acompanhar religiosamente dois programas de áudio sobre esse tema até meados deste ano: mimimídias e Resumido.

Sei que pode parecer meio fomista, mas acompanhar podcasts sobre internet me aliviavam do ímpeto de entrar em redes sociais comerciais. De qualquer forma, eu gostava de ouvir os comentários sobre tendências recentes e ouvir notícias de outros nichos virtuais...

Porém mimimídias entrou em hiato desde que uma das anfitriãs passou a dar aulas em uma universidade; agora em setembro Resumido entrou no modo freemium — "Aqui está a versão gratuita. Se quiser ouvir mais, me patrocine".

Alguém me recomenda outros podcasts sobre cultura digital? Inclusive alguém tem outras notícias sobre a Clara Matheus, a anfitriã de mimimídias?

@internet@lemmy.eco.br

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submitted 7 months ago* (last edited 7 months ago) by cadusilva@bolha.one to c/internet@lemmy.eco.br

Assim como nos EUA, querem cobrar taxa de rede no Brasil
@internet

O CGI.br se posicionou contra essa ideia. Mas me preocupa também que, para maximizar os lucros, os provedores tentem (outra vez) adicionar franquias de dados mesmo nos acessos fixos à internet.

Ou investir mais em internet via 5G do que via fibra, para assim ter um pretexto para adicionar franquia.

Essas empresas não fazem favor, já cobram pelo serviço que prestam (tanto de usuários finais quanto de outras empresas).

Não há necessidade de taxa de rede nenhuma, nem de se basear nas ideias de corporações estadunidenses.

Isso soa mais como uma tentativa de aumentar lucros e ter que investir menos em expansão de infraestrutura diante do consumo crescente de dados.

🌎 https://cgi.br/esclarecimento/nota-publica-sobre-as-propostas-de-implementacao-de-uma-taxa-de-rede-no-brasil/

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submitted 8 months ago by Makan@lemmygrad.ml to c/internet@lemmy.eco.br

cross-posted from: https://lemmygrad.ml/post/8894778

Thoughts in this?

They were trying to create a different Internet or different hosting website, but from what I understand.

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cross-posted from: https://lemmy.eco.br/post/10213141

Ou, por que a “Propriedade Intelectual” é só uma ferramenta de monopólio estatal

TL;DR:

  • No Brasil, violar direitos autorais sem intuito de lucro é, em teoria, crime de ação penal privada, mas processos desse tipo são raríssimos (ou sequer chegaram a acontecer).
  • Se você não está vendendo ou lucrando, é possível alegar desconhecimento ou ausência de dolo (intenção) na hora de baixar torrents ou compartilhar arquivos.
  • Na análise dos fatos, a própria ideia de “propriedade intelectual” é ilegítima e só serve para manter monopólios protegidos pelo Estado.

Pirataria NÃO é crime (para uso pessoal)

Muita gente acredita que qualquer forma de “pirataria” – seja baixar filmes, livros ou músicas pela internet – é crime e pode levar uma pessoa a ser processada. Contudo, a realidade jurídica brasileira é muito mais complexa do que parece. Neste texto, vamos analisar o que é considerado violação de direitos autorais, como a legislação trata o assunto e por que algumas pessoas defendem que a “propriedade intelectual” não passa de um arranjo estatal que impõe monopólios artificiais.

Uma Breve História da Propriedade Privada

A noção de propriedade privada remonta aos primeiros agrupamentos humanos, quando a escassez de recursos básicos, como alimento e abrigo, exigiu que cada indivíduo ou grupo delimitasse aquilo que podia usar ou dispor. Em ambientes hostis, quem controlava um território, ferramentas ou animais de caça garantia sua sobrevivência — e esse controle exclusivo estabelecia as primeiras formas de “posse”. Ao longo dos séculos, essas práticas evoluíram para regras mais estruturadas, nas quais comunidades e, posteriormente, Estados, passaram a reconhecer formalmente os bens de cada um. O princípio norteador sempre foi a disputa por recursos escassos e tangíveis (terra, metais preciosos, gado etc.), que não podiam ser usados simultaneamente por várias pessoas sem gerar conflitos. É justamente essa lógica de “defender o que é finito” que sustentou o surgimento e a consolidação do conceito de propriedade privada, com regras e punições aplicadas a quem violasse esse direito.

Ou seja, ideia de “propriedade” sempre se relacionou a bens escassos: se alguém possui um objeto físico, outra pessoa não pode possuí-lo ao mesmo tempo sem que haja uma transação ou violação do direito de propriedade. Entretanto, quando falamos em ideias, músicas, livros ou filmes, estamos lidando com algo que pode ser facilmente reproduzido sem que o dono “perca” a obra original, portanto devemos questionar. De fato, pode-se falar em “propriedade” no sentido tradicional, uma vez que não há subtração de um bem material?

Para quem acredita em liberdade de mercado, “propriedade intelectual” soa como um grande contrassenso. Se eu tenho uma ideia ou crio um conteúdo e compartilho com você, nada é subtraído de mim. Ideias são infinitamente replicáveis. Mas o Estado insiste em impor, via leis e monopólios de patentes/direitos autorais, escassez artificial a algo que poderia ser livremente espalhado.

Pirataria para Uso Pessoal: Entenda o Cenário Brasileiro

No Brasil, a violação de direito autoral está prevista no Art. 184 do Código Penal. Porém, conforme os próprios dispositivos legais e a doutrina majoritária apontam:

  • Ação penal privada (caput do Art. 184): Se não há intuito de lucro e a violação é “simples” (baixar filmes, livros, etc.), o titular do direito precisaria mover queixa contra o “pirata”. Na prática, praticamente não existem casos de pessoas processadas individualmente por baixar torrents ou PDFs de uso pessoal.
  • Ação penal pública (parágrafos do Art. 184): Se há intuito de lucro, a pena é maior e a acusação cabe ao Ministério Público Estadual ou Federal (caso seja um crime considerado transnacional).

Ou seja, para que alguém seja processado por baixar um torrent sem fins lucrativos, o autor da obra deveria entrar com uma queixa criminal direta (ação penal privada). Isso quase não acontece, seja pela dificuldade de provar dolo (intenção de violar direitos) ou simplesmente por não valer o esforço nem a publicidade negativa para quem processa.

Se você baixar algo e for, hipoteticamente, questionado, existem teses como:

  • Falta de dolo: Alegar que não sabia que aquele conteúdo era protegido ou que baixou para testar/estudar sem intuito de ferir a lei.
  • Uso pessoal: A legislação prevê exceções para cópias privadas. E como diz a Lei de Direitos Autorais (Lei 9.610/98), pequena reprodução ou cópia integral para uso pessoal, sem lucro, tende a não configurar crime penal.

Por que a criminalização da pirataria é imoral?

  1. Cria escassez onde não existe: Ideias podem circular livremente.
  2. Persegue quem não lucra: A lei, se acabar sendo interpretada de forma rígida, gera uma ameaça à “ponta fraca” — estudantes, curiosos e entusiastas que querem ter acesso a livros, filmes e softwares.
  3. Impede a difusão do conhecimento: Barreiras artificiais (copyright, patentes) limitam inovações que poderiam ser aprimoradas por qualquer um.
  4. Conhecimento e cultura: A difusão de obras fortalece o acesso à informação, especialmente em países onde o poder aquisitivo é baixo.
  5. Monopólio artificial: Leis de propriedade intelectual concedem direitos de exclusividade que podem ultrapassar décadas, restringindo o livre intercâmbio de ideias.
  6. Estado como guardião de privilégios: O aparato estatal é o responsável por fazer cumprir essas exclusividades, sendo visto por alguns como um entrave à circulação do conhecimento.

Autores e produtores, por outro lado, alegam precisar dessa proteção para continuar criando, entretanto há uma discussão permanente sobre possíveis modelos de remuneração alternativos — doações, plataformas de financiamento coletivo, assinaturas mensais — que dispensam ou minimizam os regimes de copyright tradicionais.

Sob o ponto de vista da ética individual, impedir cópias não autorizadas serve basicamente para manter um cartel de grandes corporações. Grandes conglomerados de empresas bilionárias como a Disney usam o Estado como guardião desse monopólio, criminalizando quem compartilha arquivos. Afinal, se não houvesse essa proteção estatal, o livre mercado encontraria soluções voluntárias por meio de acordo, contratos, sistemas de DRM e proteções antipiratarias que são absolutamente legítimas, bem como criadores independentes poderiam, e hoje já se financiam por meio de doações, serviços exclusivos ou modelos de crowdfunding.

Pirateie tranquilo nos sete mares

  • Para muitos, baixar um PDF de um livro que não se poderia comprar de imediato, por exemplo, é visto como um recurso legítimo para estudo, curiosidade pessoal ou amostra gratis, nada impede que você remunere o autor caso o produto realmente valha a pena.
  • Legalmente, na maior parte dos casos, quem baixa conteúdo sem fins lucrativos dificilmente vai responder judicialmente, seja pela dificuldade de comprovar a má-fé, seja pela raridade de processos privados dessa natureza.

Ainda que a lei brasileira classifique certas modalidades de “pirataria” como crime, na prática, quem baixa conteúdo para uso próprio dificilmente sofrerá consequências legais. Com a internet, surgem cada vez mais propostas de compartilhamento voluntário e canais diretos de remuneração aos autores — sem Estado intervindo na vida dos indivíduos.

A pirataria teve um papel crucial na divulgação de conteúdo, especialmente na música. Plataformas como o Napster, no início dos anos 2000, conectaram artistas a milhões de pessoas, rompendo barreiras de acesso. Estudos mostram que essa exposição ajudou a consolidar a indústria da música, criando demanda por shows, merchandising e levando ao surgimento de modelos como o streaming. Sem a pirataria, o mercado musical talvez não tivesse o alcance e o valor que possui hoje.

E aí, o que você acha? Piratear conteúdos sem fins lucrativos é realmente crime, deveria ser um crime ou só mais um mito estatal para manter monopólios? Participe nos comentários e vamos debater!

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submitted 1 year ago* (last edited 1 year ago) by guilhermegnzaga@lemmy.eco.br to c/internet@lemmy.eco.br

Ultimamente não vi muito conteúdo sobre isso aqui no lemmy, e principalmente, poucas entradas em português para o assunto e os acontecidos relacionados ao aplicativo de comunicação Telegram e todo o ecossistema que foi feito à base do aplicativo. Por estudar um tiquinho de russo acompanhei o trama do fundador do aplicativo desde que o Telegram foi banido na Rússia. Provavelmente por dissipar livremente conteúdos contra o atual presidente e de apoio a oposição. O fundador desse aplicativo acabou por se refugiar na França, onde já conseguiram pegar ele também, parece que na porta do avião.

Assim como eu , você deve se questionar: Mesmo com o dono preso, por que o sistema de mensagens não parou de funcionar? Bom, no passado o fundador do Telegram juntamente com outras parcerias fundou uma especie de blockchain (sistema de informação em 'blocos acorrentados') que pode ser usado para hospedar domínios, aplicativos dedicados e até dados financeiros como tokens de criptomoedas. Temos alguns bilhões de dólares e esquemas fortemente ligados ao crime organizado, juntamente a um oportuno espaço para desenvolvedores criarem ideias dentro de um ecossistema digital novo. Tenho acompanhado, e meio que por enquanto só tem porcaria, só tem 'tigrinho', games em html bem bobos, alguns destes são carteiras alternativas ao telegram.

O cara está preso, o negócio está funcionando, com uma carteira imbutida, uma penca de jogos, trilhões de scams (golpes) e parece ser no momento a maneira mais transparente, fácil e rápida de se transferir "dólar", qualquer quantia que quiser.

O que vocês acham disso?

... ... .... excesso de descentralização

P.S. eu fico imaginando se a galera coloca tudo isso dentro do whatsapp o potencial pra acelerar o processo de apocalipse global...

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E o uso do Firefox continua caindo.

À medida que nos aproximamos do final de 2024, a participação de mercado do #Firefox está em 2,59%. Isso é de novembro. Os resultados de dezembro obviamente ainda não estão disponíveis. Começou o ano em 3,24%.

Há 5 anos, estava em 4,47% (novembro de 2019).

A comunidade do Firefox esperava um retorno com o lançamento do #ManifestV3, mas até agora nada mudou. A participação de mercado continua caindo...

Veremos uma participação de mercado abaixo de 2% no final de 2025? É possível

@internet #internet

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submitted 2 years ago* (last edited 2 years ago) by pbaesse@ursal.zone to c/internet@lemmy.eco.br
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Bom, enquanto a gente não derrubar o sistema, a gente pode usar a infraestrutura dele para subvertê-lo e isso vale aqui na internet também.

Hoje vou ensinar a pegar a url de videos do reddit com audio e imagem.

você pode apertar a tecla F12, isso vai abrir o DevTools, e ir para a aba console. Aí cole este codigo:

let array = document.getElementsByTagName("shreddit-player")[0].__packagedMedia.playbackMp4s.permutations;
let url = array[array.length - 1].source.url;
alert(url);

Se quiser criar um atalho para facilitar é só fazer uma bookmark (atalho de favoritos) e colar isso aqui no campo de endereço:

javascript:
let array = document.getElementsByTagName("shreddit-player")[0].__packagedMedia.playbackMp4s.permutations;
let url = array[array.length - 1].source.url;
alert(url);

Esse codigo abre um alerta com a url do video para você copiar e usar onde quiser.

Assim:

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cross-posted from: https://lemmy.dbzer0.com/post/28925744

It begins...

Found out via this post

Interesting side-note, reddit's anti-VPN policies and blocking some archivers like ghostarchive.

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submitted 2 years ago by gabr@lemmy.eco.br to c/internet@lemmy.eco.br

Assim como a energia precisa ficar em eletroduto separado da rede, o cabo PoE também deveria? e os cabos de energia das câmeras de segurança?

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